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Jaime Batalha Reis (1847-1935) tinha em vista registrar recorda es de seus amigos, cuja reuni o viria a constituir uma publica o a intitular-se Alguns homens de meu tempo. N o chegou, contudo, a realizar tal projeto que, desde seus primeiros anos, como c nsul em Newcastle, at os ltimos passados na Quinta da Viscondessa, em Portugal, sempre acalentou e referiu. Este volume apresenta, nas partes I e II, a gesta o e uma (poss vel) concretiza o desse mesmo projeto, a que se seguem, como anunciadas no t tulo, Outras mem rias de Batalha Reis. Desde muito jovem (1865) at sua partida para a Newcastle (1883), Batalha contribuiu assiduamente na imprensa peri dica portuguesa. Os anos ingleses, no entanto, ser o os de viv ncia de um contexto mais amplo, ultrapassando perspectivas e limites meramente nacionais, em contacto direto com grandes centros (Londres, e tamb m Paris) durante os quais progressivamente se delineia e se particulariza sua versatilidade como jornalista. Se as consagradas p ginas do In Memoriam sobre o amigo Antero, e as do pref cio s Prosas B rbaras, do companheiro E a, exibem ineg veis qualidades liter rias da escrita da mem ria, v rias de suas colabora es para a imprensa, tribut rias do olhar de um observador/testemunha da sociedade do seu tempo e reveladoras das preocupa es dominantes do apaixonado pela pintura e pela m sica, confirmam suas qualidades de memorialista em rito. Na verdade, a inclina o memorialista e a propens o cr tica mutuamente se fertilizam, promovendo cruzamentos de procedimentos escriturais.
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Jaime Batalha Reis (1847-1935) tinha em vista registrar recorda es de seus amigos, cuja reuni o viria a constituir uma publica o a intitular-se Alguns homens de meu tempo. N o chegou, contudo, a realizar tal projeto que, desde seus primeiros anos, como c nsul em Newcastle, at os ltimos passados na Quinta da Viscondessa, em Portugal, sempre acalentou e referiu. Este volume apresenta, nas partes I e II, a gesta o e uma (poss vel) concretiza o desse mesmo projeto, a que se seguem, como anunciadas no t tulo, Outras mem rias de Batalha Reis. Desde muito jovem (1865) at sua partida para a Newcastle (1883), Batalha contribuiu assiduamente na imprensa peri dica portuguesa. Os anos ingleses, no entanto, ser o os de viv ncia de um contexto mais amplo, ultrapassando perspectivas e limites meramente nacionais, em contacto direto com grandes centros (Londres, e tamb m Paris) durante os quais progressivamente se delineia e se particulariza sua versatilidade como jornalista. Se as consagradas p ginas do In Memoriam sobre o amigo Antero, e as do pref cio s Prosas B rbaras, do companheiro E a, exibem ineg veis qualidades liter rias da escrita da mem ria, v rias de suas colabora es para a imprensa, tribut rias do olhar de um observador/testemunha da sociedade do seu tempo e reveladoras das preocupa es dominantes do apaixonado pela pintura e pela m sica, confirmam suas qualidades de memorialista em rito. Na verdade, a inclina o memorialista e a propens o cr tica mutuamente se fertilizam, promovendo cruzamentos de procedimentos escriturais.